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PERDIDA...

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"Sou como você me vê.
Posso ser leve como uma brisa
ou forte como uma ventania,
Depende de quando e como
você me vê passar."

Clarice Lispector

SEMPRE PERDIDA...

"Não sou ninguém especial,
apenas uma mulher comum
com pensamentos comuns.
Tenho uma vida comum.
Não há monumentos
dedicados a mim
e meu nome logo será esquecido.
Mas, a respeito de uma coisa,
tive um sucesso tão glorioso quanto
qualquer um que já viveu:
Eu amei alguém com todo meu coração e alma.
E, pra mim,
isso sempre foi suficiente."

( adaptado da narração inicial de Diário de uma Paixão...)

"O meu mundo
não é como o dos outros;
quero demais, exijo demais;
há em mim uma sede de infinito,
uma angústia constante
que nem eu mesma compreendo,
pois estou longe de ser uma pessimista;
sou antes uma exaltada,
com uma alma intensa,
violenta, atormentada,
uma alma que não se sente bem onde está,
que tem saudades...
sei lá de quê!"

Florbela Espanca

TWITTER...
MEU CANTINHO...

"O que eu vou contar
não é fácil de entender,
é impossível de aceitar,
mas se quiser ouvir
a minha história,
se quiser confiar em mim,
então, talvez,
acabe acreditando,
e isso é muito importante porque,
você não sabe,
mas é a única pessoa no mundo
com quem eu posso
compartilhar esse segredo..."

( Marc Levy / "E se fosse verdade..." )
PERDIDOS POR AÍ...

“ Existe um destino
que nos torna irmãos;
Ninguém segue sozinho
em seu caminho:
Tudo o que enviamos
para a vida de outros
Volta para nós mesmos.”

Edwin Markham

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CRÉDITOS...
 
domingo, 6 de junho de 2010


"Não me interessa o que você faz para viver. Quero saber o que você deseja ardentemente, e se você se atreve a sonhar em encontrar os desejos do seu coração.

Não me interessa quantos anos você tem. Quero saber se você se arriscaria a aparentar que é um tolo por amor, por seus sonhos, pela aventura de estar vivo.

Não me interessa quais os planetas que estão em quadratura com a sua lua. Quero saber se você tocou o centro de sua própria tristeza, se você se tornou mais aberto por causa das traições da vida, ou se tornou murcho e fechado por medo das futuras mágoas.

Quero saber se você pode sentar-se com a dor, minha ou sua, sem se mexer para escondê-la, tentar diminuí-la ou tratá-la. Quero saber se você pode conviver com a alegria, minha ou sua, se você pode dançar loucamente e deixar que o êxtase tome conta de você dos pés à cabeça, sem a cautela de ser cuidadoso, de ser realista ou de lembrar das limitações de ser humano.

Não me interessa se a história que você está contando é verdadeira. Quero saber se você pode desapontar alguém para ser verdadeiro com você mesmo; se você pode suportar acusações de traição e não trair sua própria alma. Quero saber se você pode ser leal, e portanto, confiável.

Quero saber se você pode ver a beleza mesmo quando o que vê não seja bonito todos os dias, e se você pode buscar a fonte de sua vida da presença de Deus. Quero saber se você pode conviver com o fracasso, seu e meu, e ainda postar-se à beira de um lago e gritar à lua cheia prateada: "Sim!

Não me interessa saber onde mora e quanto dinheiro você tem. Quero saber se você pode levantar depois de uma noite de tristeza e desespero, cansado e machucado até os ossos e fazer o que tem que ser feito para as crianças.

Não me interessa quem você é, como chegou até aqui. Quero saber se você vai se postar no meio do fogo comigo e não vai se encolher.

Não me interessa onde ou o que ou com quem você estudou. Quero saber o que o segura por dentro quando tudo o mais fracassa. Quero saber se você pode ficar só consigo mesmo e se você verdadeiramente gosta da companhia que consegue nos momentos vazios."

Oriah Mountain Dreamer

postado por: perdida... às 2:30 PM